Cerimônia foi realizada na Igreja da Graça, na manhã deste domingo (24).
Fiéis ouviram histórias sobre a vida da mulher de Diogo Álvares Correia.
Missa foi celebrada na Igreja da Graça, na manhãdeste domingo (Foto: Imagem/TV Bahia)
Os fiéis ouviram histórias sobre a vida da filha caçula do cacique Taparica, da tribo dos Tupinambás. Ela casou com o português Diogo Álvares Correia, que naufragou no Rio Vermelho.
Dom Emanuel explica que a história de Catarina Paraguaçu está ligada à história da Igreja da Graça. “Ela encontrou a imagem dessa Nossa Senhora na praia e a partir desse momento, ela criou esse santuário que é o primeiro santuário mariano do Brasil”, conta o religioso.
O corpo da índia foi sepultado na Igreja da Graça. Para o historiador Christovão Ávila, descendente de Catarina Paraguaçu, ela era uma mulher de fibra. "Ela é considerada a mãe das mães brasileiras e um símbolo de congraçamento racial. Esposa que foi de Diogo Álvares "Caramuru", foi considerada a primeira família brasileira documentada”, afirma.
Depois da missa, Dom Emanuel e alguns descendentes de Catarina Paraguaçu foram até a praça que leva o nome dela, no bairro da Graça. Era em uma fonte neste local que Catarina tomava banho todos os dias. Hoje, a fonte se chama Nossa Senhora da Graça.
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