Família procurou vários hospitais até conseguir atendimento.
Falta de informação agravou o problema.
Família aguardou atendimento que teve iníciosomente depois de 21 horas
(Foto: Reprodução/TVAM)
Segundo os parentes da menina, além da dificuldade de atendimento a falta de orientação agravou o problema. Segundo a avó dela, Cássia Almeida, a informação obtida era que só existia um médico para esse tipo de caso, em Manaus.
Pronto-socorro da Zona Sul é uma das unidadesque atende casos de engasgo, segundo a Susam
(Foto: Reprodução/TVAM)
Após a demora, o atendimento foi iniciado por enfermeiras. De acordo com o hospital a criança necessitava ficar em jejum durante 6 horas e o procedimento não foi respeitado pelos responsáveis, o que atrasou ainda mais o atendimento. Para a família, esse tipo de informação poderia ter chegado mais cedo.
A assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde (Susam) informou que em casos envolvendo engasgo de crianças, os responsáveis devem encaminhá-las aos pronto-socorros infantis da Zona Sul, no bairro Cachoeirinha, ao Joãozinho, na Zona Leste, ou a unidade da Zona Oeste, no bairro Compensa.
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